Avaliação para transplante de fígado em Goiânia e Anápolis, para pacientes com cirrose avançada, câncer de fígado e outras doenças hepáticas graves, com um cirurgião formado especificamente em transplante hepático.
O transplante é o tratamento definitivo para doenças do fígado que não respondem mais ao tratamento clínico. As indicações mais comuns são:
Por hepatites B ou C, álcool, gordura no fígado ou causas autoimunes, sobretudo após complicações como ascite, sangramento de varizes, confusão mental ou icterícia.
Carcinoma hepatocelular sobre cirrose, dentro dos critérios de Milão, quando a retirada de parte do fígado não é possível ou não é a melhor opção.
Insuficiência hepática aguda, colangite biliar primária, colangite esclerosante e doenças metabólicas como a doença de Wilson.
O momento do encaminhamento importa. As diretrizes internacionais recomendam avaliar para transplante o paciente com cirrose já na primeira complicação grave ou quando o escore MELD chega a 151. Chegar cedo à avaliação dá tempo de preparar o paciente e tratar as complicações enquanto ele aguarda.
No carcinoma hepatocelular sobre cirrose, o transplante trata as duas doenças ao mesmo tempo: retira o tumor e substitui o fígado doente, onde novos tumores poderiam surgir. O estudo que estabeleceu os critérios de Milão, publicado no New England Journal of Medicine, mostrou sobrevida de 75% em 4 anos nos pacientes transplantados dentro desses critérios, com 83% livres de recidiva do tumor2.
Enquanto o paciente aguarda na fila, o tumor pode ser controlado com tratamentos-ponte, como a ablação percutânea, para que ele não avance além dos critérios.
Depois da avaliação, o paciente aprovado é inscrito na lista do Sistema Nacional de Transplantes. A posição na fila não depende do tempo de espera, e sim da gravidade da doença, medida pelo escore MELD, calculado a partir de três exames de sangue: bilirrubina, creatinina e INR3. O princípio é "o mais grave primeiro": quem tem maior risco nos próximos meses recebe prioridade.
O tumor de fígado dentro dos critérios de Milão também dá pontuação especial, porque o risco do câncer não aparece nos exames do MELD.
O transplante é uma cirurgia de grande porte, com duração de 6 a 12 horas. O fígado doente é retirado e o fígado do doador é implantado no mesmo local, com a reconstrução da veia cava, da veia porta, da artéria hepática e da via biliar. Depois, o paciente fica alguns dias na UTI, e a alta costuma ocorrer entre 10 e 20 dias após a cirurgia.
Em centros especializados, o transplante de fígado está entre os tratamentos de maior impacto da medicina moderna4:
Formação específica em transplante. O Prof. Dr. Edmond Le Campion fez Fellowship em Transplante de Fígado e Pâncreas pela UNIFESP, doutorado pela USP, e atua em cirurgia e transplante hepatobiliopancreático no Hospital das Clínicas da UFG. É um dos poucos cirurgiões da região Centro-Oeste com essa formação.
Revisão do histórico, dos exames e das complicações da doença. Cálculo do MELD e definição se há indicação de transplante.
Exames de imagem, avaliação cardiológica, psicológica, nutricional e social, para confirmar a indicação e preparar o paciente.
Inscrição no Sistema Nacional de Transplantes, com prioridade definida pela gravidade (MELD).
Tratamento das complicações da cirrose e, no câncer de fígado, tratamentos-ponte como a ablação.
Cirurgia, UTI, internação e acompanhamento por toda a vida, com ajuste dos imunossupressores.
Critérios de Milão, fila de espera, doador vivo e falecido, cirurgia e vida após o transplante.
Ler artigo →Ascite, hipertensão portal e quando o transplante passa a ser a resposta.
Ler artigo →Fatores de risco, diagnóstico e as opções de tratamento do câncer primário do fígado.
Ler artigo →Como a ablação controla o tumor enquanto o paciente aguarda o transplante.
Ler artigo →A gravidade da doença, medida pelo escore MELD, e não a ordem de chegada. Pacientes mais graves recebem prioridade. O câncer de fígado dentro dos critérios de Milão também recebe pontuação especial.
Varia muito, conforme a gravidade, o tipo sanguíneo e a disponibilidade de órgãos. Por isso a avaliação deve ser feita cedo, e as complicações tratadas durante a espera.
Sim. Os imunossupressores evitam a rejeição do novo fígado e são usados por toda a vida, com doses ajustadas ao longo do tempo e acompanhamento regular.
A grande maioria dos pacientes volta a trabalhar, praticar atividades físicas e conviver normalmente com a família, mantendo o acompanhamento médico.
Entre em contato pelo WhatsApp do consultório (Goiânia ou Anápolis). Traga os exames recentes e os laudos de imagem que tiver.
O Prof. Dr. Edmond Le Campion faz a avaliação para transplante de fígado em Goiânia e Anápolis e orienta cada etapa do caminho até a cirurgia.