Hepatectomia por tumores malignos, lesões benignas volumosas ou doença hepática avançada — com planejamento individualizado e, sempre que indicado, por via minimamente invasiva. Avaliação também para pacientes em investigação para transplante hepático.
A cirurgia do fígado exige controle vascular preciso e conhecimento detalhado da anatomia segmentar — o fígado recebe sangue simultaneamente da veia porta e da artéria hepática, e um planejamento mal calculado pode comprometer o volume hepático remanescente. É uma das cirurgias mais exigentes do aparelho digestivo.
O Prof. Dr. Edmond Le Campion tem fellowship em transplante de fígado e pâncreas pela UNIFESP — uma formação pouco comum entre cirurgiões da região de Goiânia e Anápolis, e que molda diretamente a forma como ele avalia e planeja qualquer ressecção hepática, mesmo fora do contexto de transplante: entender os limites da regeneração e da reserva funcional do fígado é o que diferencia uma hepatectomia seguramente planejada de uma arriscada.
As indicações mais frequentes para cirurgia do fígado:
Carcinoma hepatocelular (CHC), metástases de câncer colorretal, colangiocarcinoma intra-hepático.
Adenoma hepático (sobretudo >5cm), hemangioma gigante sintomático.
Cirrose com complicações, avaliação para transplante — veja o artigo sobre transplante de fígado.
Revisão do histórico, exames já realizados e sintomas.
Tomografia ou ressonância com protocolo hepático, e avaliação da função e reserva do fígado.
Casos oncológicos ou de maior complexidade são discutidos com hepatologia e oncologia.
Definição da extensão da ressecção e da via de acesso — aberta, laparoscópica ou robótica.
Realizada em hospitais de Goiânia com estrutura para cirurgia hepatobiliar.
Com protocolo de recuperação acelerada (ERAS), quando aplicável.
Retornos programados e, em casos oncológicos, acompanhamento estruturado.
Dois exemplos de hepatectomia minimamente invasiva realizada pelo Prof. Dr. Edmond, com autorização dos pacientes para fins educativos.
Ver o artigo completo, com evidência científica e mais imagens dos casos →
É a cirurgia de retirada de parte do fígado — de um único segmento a uma ressecção maior (hepatectomia direita ou esquerda) — a depender do tamanho, número e localização das lesões.
Na maioria dos casos, sim. Veja o que os estudos clínicos randomizados mostram sobre segurança e recuperação no artigo sobre hepatectomia minimamente invasiva.
Entre em contato diretamente pelo WhatsApp do consultório (Goiânia ou Anápolis) para confirmar a forma de atendimento e a disponibilidade de agenda.
A indicação depende da gravidade da doença hepática de base e de critérios específicos. Veja o artigo sobre transplante de fígado para entender indicações, fila de espera e tipos de doador.
Varia com a extensão da ressecção e a via de acesso — de poucos dias de internação em ressecções menores por videolaparoscopia a períodos mais longos em cirurgias maiores. Isso é discutido individualmente na consulta.
O Prof. Dr. Edmond Le Campion avalia cada caso individualmente, em Goiânia e Anápolis, para definir a melhor conduta — cirúrgica ou não.