Pancreatectomia distal minimamente invasiva e duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) para tumores malignos, lesões císticas e doenças benignas do pâncreas — com planejamento individualizado, evidência científica atualizada e estrutura adequada para a cirurgia pancreática de alta complexidade.
A cirurgia pancreática — sobretudo a duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) — está entre os procedimentos mais sensíveis ao volume de experiência do hospital e da equipe cirúrgica em toda a medicina. Um dos estudos mais citados da literatura mundial, publicado no New England Journal of Medicine, acompanhou 14 cirurgias de alto risco nos Estados Unidos e encontrou, na ressecção pancreática, a maior diferença de mortalidade entre hospitais de baixo e de alto volume dentre todas elas.
O Prof. Dr. Edmond Le Campion tem fellowship em transplante de fígado e pâncreas pela UNIFESP e atua em cirurgia e transplante hepatobiliopancreático desde 2013 no Hospital das Clínicas da UFG — formação e prática construídas especificamente para esse tipo de cirurgia de alta complexidade.
As indicações mais frequentes para cirurgia do pâncreas:
Adenocarcinoma de cabeça, corpo ou cauda do pâncreas, colangiocarcinoma distal, tumores da ampola de Vater.
IPMN, cistoadenoma mucinoso ou seroso, tumores neuroendócrinos do corpo ou cauda.
Pancreatite crônica com dor refratária localizada, em casos selecionados.
O tratamento cirúrgico do pâncreas não é uma coisa só — a localização do tumor define uma cirurgia completamente diferente, com um nível de evidência científica também diferente sobre a via minimamente invasiva:
Estudos clínicos randomizados (LEOPARD, DIPLOMA) confirmam segurança e recuperação mais rápida pela via por vídeo, inclusive em câncer de pâncreas.
Ver o caso e a evidência completa →A evidência sobre a via minimamente invasiva ainda é cautelosa — veja uma análise honesta dos estudos disponíveis antes de perguntar "dá pra fazer por vídeo?".
Ver o caso e a evidência completa →Revisão do histórico, exames já realizados e sintomas.
Tomografia ou ressonância com protocolo pancreático, marcadores tumorais quando indicado.
Casos oncológicos são discutidos com oncologia e, quando indicado, radioterapia.
Definição da extensão da ressecção e da via de acesso, com base na localização da lesão e na evidência científica disponível para cada uma.
Realizada em hospitais de Goiânia com estrutura de terapia intensiva e suporte para cirurgia pancreática de alta complexidade.
Monitoramento de drenos, função digestiva e, quando aplicável, protocolo ERAS.
Retornos programados e, em casos oncológicos, acompanhamento estruturado.
A pancreatectomia distal remove o corpo e a cauda do pâncreas (a parte esquerda). A duodenopancreatectomia (Whipple) remove a cabeça do pâncreas junto ao duodeno, vias biliares e parte do estômago — é uma cirurgia mais extensa e complexa. A localização da lesão determina qual é necessária.
Depende de qual. Na pancreatectomia distal, a evidência científica já confirma segurança e vantagens da via minimamente invasiva, inclusive em câncer. Na cirurgia de Whipple, a evidência ainda é mais cautelosa — veja os detalhes nos artigos de Pancreatectomia Distal e de Duodenopancreatectomia.
Depende da quantidade de pâncreas remanescente e da reserva funcional prévia. É um ponto avaliado individualmente antes e depois da cirurgia, com acompanhamento endocrinológico quando necessário.
Entre em contato diretamente pelo WhatsApp do consultório (Goiânia ou Anápolis) para confirmar a forma de atendimento e a disponibilidade de agenda.
Varia com o tipo de cirurgia — de 5 a 7 dias de internação em uma pancreatectomia distal por vídeo, a 7-14 dias em uma duodenopancreatectomia. Isso é discutido individualmente na consulta.
O Prof. Dr. Edmond Le Campion avalia cada caso individualmente, em Goiânia e Anápolis, para definir a melhor conduta — cirúrgica ou não.