Pâncreas · Cirurgia Pancreática de Alta Complexidade

Cirurgia de Pâncreas em Goiânia e Anápolis

Pancreatectomia distal minimamente invasiva e duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) para tumores malignos, lesões císticas e doenças benignas do pâncreas — com planejamento individualizado, evidência científica atualizada e estrutura adequada para a cirurgia pancreática de alta complexidade.

Doutorado FMUSP/USP Professor Adjunto UFG Fellowship Transplante Hepático e Pancreático · UNIFESP CRM-GO 13872 · RQE 6651
Mais de 20 anos de prática cirúrgica · Mais de 3.000 cirurgias realizadas

Por que o volume de casos muda o resultado

A cirurgia pancreática — sobretudo a duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) — está entre os procedimentos mais sensíveis ao volume de experiência do hospital e da equipe cirúrgica em toda a medicina. Um dos estudos mais citados da literatura mundial, publicado no New England Journal of Medicine, acompanhou 14 cirurgias de alto risco nos Estados Unidos e encontrou, na ressecção pancreática, a maior diferença de mortalidade entre hospitais de baixo e de alto volume dentre todas elas.

16,3%
Mortalidade em hospitais de muito baixo volume de cirurgias pancreáticas
3,8%
Mortalidade em hospitais de muito alto volume de cirurgias pancreáticas

O Prof. Dr. Edmond Le Campion tem fellowship em transplante de fígado e pâncreas pela UNIFESP e atua em cirurgia e transplante hepatobiliopancreático desde 2013 no Hospital das Clínicas da UFG — formação e prática construídas especificamente para esse tipo de cirurgia de alta complexidade.

Quando procurar avaliação cirúrgica

As indicações mais frequentes para cirurgia do pâncreas:

Tumores malignos

Adenocarcinoma de cabeça, corpo ou cauda do pâncreas, colangiocarcinoma distal, tumores da ampola de Vater.

Lesões císticas

IPMN, cistoadenoma mucinoso ou seroso, tumores neuroendócrinos do corpo ou cauda.

Doença benigna localizada

Pancreatite crônica com dor refratária localizada, em casos selecionados.

Duas cirurgias, duas evidências diferentes

O tratamento cirúrgico do pâncreas não é uma coisa só — a localização do tumor define uma cirurgia completamente diferente, com um nível de evidência científica também diferente sobre a via minimamente invasiva:

Como funciona o atendimento

1

Consulta inicial

Revisão do histórico, exames já realizados e sintomas.

2

Exames complementares

Tomografia ou ressonância com protocolo pancreático, marcadores tumorais quando indicado.

3

Discussão multidisciplinar, quando necessário

Casos oncológicos são discutidos com oncologia e, quando indicado, radioterapia.

4

Planejamento cirúrgico individualizado

Definição da extensão da ressecção e da via de acesso, com base na localização da lesão e na evidência científica disponível para cada uma.

5

Cirurgia

Realizada em hospitais de Goiânia com estrutura de terapia intensiva e suporte para cirurgia pancreática de alta complexidade.

6

Internação e recuperação acompanhada

Monitoramento de drenos, função digestiva e, quando aplicável, protocolo ERAS.

7

Seguimento

Retornos programados e, em casos oncológicos, acompanhamento estruturado.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre pancreatectomia distal e cirurgia de Whipple?

A pancreatectomia distal remove o corpo e a cauda do pâncreas (a parte esquerda). A duodenopancreatectomia (Whipple) remove a cabeça do pâncreas junto ao duodeno, vias biliares e parte do estômago — é uma cirurgia mais extensa e complexa. A localização da lesão determina qual é necessária.

As duas podem ser feitas por vídeo (minimamente invasiva)?

Depende de qual. Na pancreatectomia distal, a evidência científica já confirma segurança e vantagens da via minimamente invasiva, inclusive em câncer. Na cirurgia de Whipple, a evidência ainda é mais cautelosa — veja os detalhes nos artigos de Pancreatectomia Distal e de Duodenopancreatectomia.

Vou precisar de insulina depois da cirurgia?

Depende da quantidade de pâncreas remanescente e da reserva funcional prévia. É um ponto avaliado individualmente antes e depois da cirurgia, com acompanhamento endocrinológico quando necessário.

O atendimento é particular ou por convênio?

Entre em contato diretamente pelo WhatsApp do consultório (Goiânia ou Anápolis) para confirmar a forma de atendimento e a disponibilidade de agenda.

Quanto tempo leva a recuperação?

Varia com o tipo de cirurgia — de 5 a 7 dias de internação em uma pancreatectomia distal por vídeo, a 7-14 dias em uma duodenopancreatectomia. Isso é discutido individualmente na consulta.

Procedimentos relacionados

Prof. Dr. Edmond Le Campion
Cirurgião do Aparelho Digestivo · Fígado, Pâncreas e Vias Biliares
Doutor pela USP · Professor Adjunto UFG · CRM-GO 13872
Doutorado FMUSP Professor UFG Transplante Hepático e Pancreático · UNIFESP Cirurgia Pancreática de Alta Complexidade Goiânia · Anápolis

Encontrou uma alteração no pâncreas em um exame de imagem?

O Prof. Dr. Edmond Le Campion avalia cada caso individualmente, em Goiânia e Anápolis, para definir a melhor conduta — cirúrgica ou não.