Intestino · Cirurgia Oncológica Digestiva

Cirurgia de Câncer de Intestino em Goiânia e Anápolis

Colectomia por videolaparoscopia ou robótica para o câncer colorretal, com os mesmos princípios oncológicos da cirurgia aberta e a experiência de um cirurgião de fígado para os casos com metástase hepática.

Doutorado FMUSP/USP Professor Adjunto UFG Fellowship Transplante Hepático e Pancreático · UNIFESP CRM-GO 13872 · RQE 6651
Mais de 20 anos de prática cirúrgica · Mais de 3.000 cirurgias realizadas

Quando procurar avaliação

O câncer de intestino é um dos mais frequentes e, quando descoberto cedo, um dos de melhor resultado com a cirurgia. Fique atento a:

Sinais de alerta

Sangue nas fezes, mudança persistente do hábito intestinal, anemia sem causa aparente, perda de peso ou dor abdominal que não passa.

Colonoscopia alterada

Pólipo que não pôde ser retirado por colonoscopia ou biópsia com adenocarcinoma: é hora de estadiar e planejar o tratamento.

Prevenção

As recomendações internacionais mais recentes indicam rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco1, e antes disso para quem tem histórico na família.

Por vídeo: a mesma segurança oncológica, com recuperação mais rápida

A colectomia laparoscópica foi comparada à cirurgia aberta em grandes estudos randomizados, com milhares de pacientes acompanhados por anos:

5 vs 6 dias
Internação, laparoscopia vs. aberta, com recorrência do câncer e complicações semelhantes, em 863 pacientes (estudo COST, New England Journal of Medicine)2
81,8% vs 84,2%
Sobrevida em 3 anos, laparoscopia vs. aberta, sem diferença estatística, em 1.076 pacientes (estudo COLOR, The Lancet Oncology)3

A cirurgia robótica é uma opção adicional, com menor taxa de conversão para cirurgia aberta em séries comparativas. Em qualquer via, o que define o resultado oncológico é o mesmo: margens livres, retirada adequada dos linfonodos e manipulação cuidadosa do tumor. A escolha é feita caso a caso.

Câncer de cólon e câncer de reto não são iguais

No cólon, a cirurgia costuma ser o primeiro passo, seguida de quimioterapia quando o exame da peça indica. No reto, a parte final do intestino, o planejamento é mais complexo: muitas vezes o tratamento começa com quimioterapia e radioterapia antes da cirurgia, e cada decisão considera a preservação da função intestinal. Por isso, todo caso é estadiado com cuidado e discutido com a oncologia antes de se definir a sequência do tratamento.

Quando o câncer chega ao fígado

O fígado é o local mais comum de metástase do câncer colorretal. Metástase no fígado não significa, necessariamente, doença incurável: em pacientes selecionados, a retirada cirúrgica das metástases, associada à quimioterapia, oferece chance real de controle prolongado da doença e até de cura.

Um diferencial importante: o Prof. Dr. Edmond Le Campion é cirurgião do aparelho digestivo e também de fígado e transplante hepático. O mesmo cirurgião avalia o intestino e o fígado e planeja, com a oncologia, a melhor sequência de tratamento. Veja o artigo sobre metástase hepática de câncer colorretal.

Como funciona o atendimento

1

Consulta

Revisão da colonoscopia, da biópsia, dos sintomas e do histórico familiar.

2

Estadiamento

Tomografia e, no câncer de reto, ressonância da pelve, para definir a extensão da doença.

3

Discussão com a oncologia

Definição da sequência do tratamento: cirurgia primeiro ou quimioterapia e radioterapia antes.

4

Cirurgia

Colectomia por videolaparoscopia ou robótica, com protocolo de recuperação acelerada.

5

Recuperação e seguimento

Alimentação e caminhada precoces, análise da peça e acompanhamento oncológico estruturado.

Artigos para entender melhor

Perguntas frequentes

Vou precisar de bolsa de colostomia?

Na maioria das cirurgias de cólon, não: as duas pontas do intestino são unidas na mesma operação. No câncer de reto baixo, pode ser necessária uma ostomia temporária para proteger a emenda, geralmente fechada meses depois. Ostomia definitiva é cada vez menos frequente. Isso é discutido antes da cirurgia.

A cirurgia pode ser feita por vídeo?

Na grande maioria dos casos, sim. Os grandes estudos mostraram resultado oncológico semelhante ao da cirurgia aberta, com internação mais curta.

Vou precisar de quimioterapia?

Depende do estadiamento e do exame da peça retirada. Tumores iniciais podem dispensar quimioterapia. O câncer de reto frequentemente recebe tratamento antes da cirurgia.

Quanto tempo fico internado?

Com cirurgia por vídeo e protocolo de recuperação acelerada, em geral de 3 a 6 dias, conforme o caso.

O atendimento é particular ou por convênio?

Entre em contato diretamente pelo WhatsApp do consultório (Goiânia ou Anápolis) para confirmar a forma de atendimento e a disponibilidade de agenda.

Procedimentos relacionados

Prof. Dr. Edmond Le Campion
Cirurgião do Aparelho Digestivo · Fígado, Pâncreas e Vias Biliares
Doutor pela USP · Professor Adjunto UFG · CRM-GO 13872
Doutorado FMUSP Professor UFG Cirurgia Oncológica Digestiva Colectomia Minimamente Invasiva Goiânia · Anápolis

Recebeu o diagnóstico de câncer de intestino?

O Prof. Dr. Edmond Le Campion avalia cada caso individualmente, em Goiânia e Anápolis, e planeja o tratamento junto com a oncologia, inclusive quando há metástase no fígado.

Referências

  1. US Preventive Services Task Force; Davidson KW, Barry MJ, Mangione CM, et al. Screening for colorectal cancer: US Preventive Services Task Force recommendation statement. JAMA. 2021;325(19):1965-1977.
  2. Clinical Outcomes of Surgical Therapy Study Group. A comparison of laparoscopically assisted and open colectomy for colon cancer. New England Journal of Medicine. 2004;350(20):2050-2059.
  3. Buunen M, Veldkamp R, Hop WC, et al. Survival after laparoscopic surgery versus open surgery for colon cancer: long-term outcome of a randomised clinical trial. The Lancet Oncology. 2009;10(1):44-52.