Colectomia por videolaparoscopia ou robótica para o câncer colorretal, com os mesmos princípios oncológicos da cirurgia aberta e a experiência de um cirurgião de fígado para os casos com metástase hepática.
O câncer de intestino é um dos mais frequentes e, quando descoberto cedo, um dos de melhor resultado com a cirurgia. Fique atento a:
Sangue nas fezes, mudança persistente do hábito intestinal, anemia sem causa aparente, perda de peso ou dor abdominal que não passa.
Pólipo que não pôde ser retirado por colonoscopia ou biópsia com adenocarcinoma: é hora de estadiar e planejar o tratamento.
As recomendações internacionais mais recentes indicam rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco1, e antes disso para quem tem histórico na família.
A colectomia laparoscópica foi comparada à cirurgia aberta em grandes estudos randomizados, com milhares de pacientes acompanhados por anos:
A cirurgia robótica é uma opção adicional, com menor taxa de conversão para cirurgia aberta em séries comparativas. Em qualquer via, o que define o resultado oncológico é o mesmo: margens livres, retirada adequada dos linfonodos e manipulação cuidadosa do tumor. A escolha é feita caso a caso.
No cólon, a cirurgia costuma ser o primeiro passo, seguida de quimioterapia quando o exame da peça indica. No reto, a parte final do intestino, o planejamento é mais complexo: muitas vezes o tratamento começa com quimioterapia e radioterapia antes da cirurgia, e cada decisão considera a preservação da função intestinal. Por isso, todo caso é estadiado com cuidado e discutido com a oncologia antes de se definir a sequência do tratamento.
O fígado é o local mais comum de metástase do câncer colorretal. Metástase no fígado não significa, necessariamente, doença incurável: em pacientes selecionados, a retirada cirúrgica das metástases, associada à quimioterapia, oferece chance real de controle prolongado da doença e até de cura.
Um diferencial importante: o Prof. Dr. Edmond Le Campion é cirurgião do aparelho digestivo e também de fígado e transplante hepático. O mesmo cirurgião avalia o intestino e o fígado e planeja, com a oncologia, a melhor sequência de tratamento. Veja o artigo sobre metástase hepática de câncer colorretal.
Revisão da colonoscopia, da biópsia, dos sintomas e do histórico familiar.
Tomografia e, no câncer de reto, ressonância da pelve, para definir a extensão da doença.
Definição da sequência do tratamento: cirurgia primeiro ou quimioterapia e radioterapia antes.
Colectomia por videolaparoscopia ou robótica, com protocolo de recuperação acelerada.
Alimentação e caminhada precoces, análise da peça e acompanhamento oncológico estruturado.
A diferença entre hemorroidas e câncer, e quando fazer a colonoscopia.
Ler artigo →Os estudos que compararam vídeo, robótica e cirurgia aberta, e o protocolo de recuperação acelerada.
Ler artigo →Quando a cirurgia, a ablação ou até o transplante podem tratar a doença que chegou ao fígado.
Ler artigo →Na maioria das cirurgias de cólon, não: as duas pontas do intestino são unidas na mesma operação. No câncer de reto baixo, pode ser necessária uma ostomia temporária para proteger a emenda, geralmente fechada meses depois. Ostomia definitiva é cada vez menos frequente. Isso é discutido antes da cirurgia.
Na grande maioria dos casos, sim. Os grandes estudos mostraram resultado oncológico semelhante ao da cirurgia aberta, com internação mais curta.
Depende do estadiamento e do exame da peça retirada. Tumores iniciais podem dispensar quimioterapia. O câncer de reto frequentemente recebe tratamento antes da cirurgia.
Com cirurgia por vídeo e protocolo de recuperação acelerada, em geral de 3 a 6 dias, conforme o caso.
Entre em contato diretamente pelo WhatsApp do consultório (Goiânia ou Anápolis) para confirmar a forma de atendimento e a disponibilidade de agenda.
O Prof. Dr. Edmond Le Campion avalia cada caso individualmente, em Goiânia e Anápolis, e planeja o tratamento junto com a oncologia, inclusive quando há metástase no fígado.